2° edição: Curso de Extensão sobre Urbitetura na UCS

Entre os dias 26 de setembro e 1º de novembro de 2025, foi realizada a segunda edição do curso de extensão sobre Urbitetura, promovido dentro do Programa de Extensão da Área do Conhecimento das Artes e Arquitetura da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

Com um formato pedagógico atualizado e conteúdos aprofundados, esta nova edição trouxe uma abordagem teórico-prática voltada ao diagnóstico propositivo dos territórios e à formação de uma visão sistêmica e consciente das sociedades. As aulas foram ministradas de forma híbrida — combinando encontros virtuais com um encontro final presencial no campus da UCS em Caxias do Sul —, o que possibilitou a participação de estudantes e profissionais de diversas cidades da região, como Caxias, Bento Gonçalves, Flores da Cunha e Garibaldi.

A proposta da Urbitetura, desenvolvida e coordenada pelo Prof. Me Daniel Caporale, busca integrar conhecimentos de espaços para as sociedades, sustentabilidade, cultura e cidadania, propondo uma leitura crítica e criativa. Nesta segunda edição, o curso manteve seu foco na análise integrada dos territórios e na elaboração de diagnósticos propositivos, a partir de ferramentas técnicas mais eficientes, participativas e integradoras. 

Em breve, compartilharemos aqui no site um resumo dos principais trabalhos realizados pelos alunos ao longo do curso, que expressam o potencial transformador da Urbitetura como ferramenta de desenvolvimento territorial e social.

Destaque de projeto dos alunos

Um dos destaques desta edição foi o trabalho de diagnóstico propositivo desenvolvido pelas alunas Eliane Dal Ponte e Vanessa de Ávila, sob orientação do Prof. Me. Daniel Caporale. O estudo teve como foco um terreno de 4.229,05 m² no Bairro São Roque, em Bento Gonçalves, atualmente desocupado após a população local ter se manifestado contra a construção de uma praça no local.

Integrando os princípios da Urbitetura, o projeto propõe transformar a área em um espaço vivo, por meio da criação de Ativadores e Atratores sociais, culturais e econômicos — como cursos, feiras e um pequeno anfiteatro — conectando o terreno aos eixos institucional, comercial e industrial do bairro. A proposta também preserva integralmente a vegetação existente e busca um uso mais integrado, sensível e consciente do território, valorizando o diálogo com a comunidade e o potencial original do lugar.

Para quem deseja acessar o trabalho completo, disponibilizamos o arquivo no link a seguir: